Saúde
O ano de 2024 teve 3.253 registros de casos notificados de coqueluche, segundo painel epidemiológico do Ministério da Saúde (MS). O Paraná é o estado com maior registro de morte, das 13 mortes registradas, quatro foram no estado paranaense, onde 1.224 casos foram catalogados. São Paulo é o segundo estado em total de casos, com 870 casos registrados no último boletim.
Segundo a infectologista Mirian Dal Ben, do Hospital Sírio Libanês, em entrevista à Agência Brasil, o principal motivo para o aumento dos casos neste ano é a queda na vacinação, que deveria estar no patamar de 95%. Ela também cita o melhor acesso a exames laboratoriais que usam biologia molecular, mais acessíveis nos últimos anos, o que melhorou a capacidade de confirmar os casos.
A cobertura vacinal no Paraná para a vacina pentavalente em crianças é de 90%, enquanto a da DTP (vacina que previne difteria, tétano e coqueluche) é de 86% no estado. Para gestantes, o índice das que não se vacinaram é de 53,3% (21.253 gestantes).
Doença
A coqueluche é uma infecção respiratória transmissível causada pela bactéria Bordetella Pertussis. Ela atinge o aparelho respiratório, traqueia e brônquios, e se caracteriza por ataques de tosse seca. Presente no mundo todo, a doença é transmitida por tosse, espirro ou fala de pessoa contaminada.
Para prevenção tem vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e o esquema primário inclui três pentavalente aos 2, 4 e 6 meses. Além dos reforços, com DTP.
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