Saúde

Saiba como diminuir desconfortos das ondas de calor causadas pela menopausa

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Confira alguns comportamentos saudáveis que colaboram para diminuir desconfortos da menopausa  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Freepik
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 19/09/2025, às 13h25



As ondas de calor, causadas em mulheres que estão na fase da menopausa, podem ser ampliadas por consequência da própria temperatura ambiente em períodos de verão.

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De acordo com o jornal O Globo, a ginecologista Ana Paula Fabrício, especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO), relata que o calor presente no ambiente pode ampliar a sensação incômoda nas mulheres. 

“As ondas de calor súbitas são frequentemente acompanhadas de suor, palpitação e rubor facial (vermelhidão), podem ocorrer durante o dia, mas são mais comuns à noite, causando insônia, porque a mulher cobre e descobre várias vezes durante a noite. Elas acontecem porque, na menopausa, a queda do estrogênio desregula o centro de controle da temperatura no cérebro, tornando-o mais sensível”.

As ondas de calor recorrentes na menopausa são diferentes das causadas pelo clima. O impacto dos desconfortos sentido pelas mulheres pode ser influenciado por motivos individuais, como estresse ou alterações hormonais.

 A diferença entre o calor ambiental e o da menopausa está na forma repentina, aliadas a um suor intenso e calafrios, sentidos quase que instantaneamente.

A especialista explica que a sensação de calor intenso é normal.

“Por isso que a mulher cobre e descobre várias vezes à noite, dorme mal e acorda cansada. Esses sintomas podem atrapalhar o sono, provocar fadiga durante o dia, irritabilidade, dificuldade de concentração e até sintomas de ansiedade ou depressão, comprometendo desempenho profissional, relações pessoais e auto estima”.

Caso os sintomas causados pela menopausa estejam afetando a vida pessoal e profissional, é recomendável que a mulher procure algum acompanhamento médico. Confira algumas atitudes que colaboram para diminuir os incômodos:

  • atividade física regular;
  • dieta equilibrada;
  • evitar consumo de carboidratos e açúcar durante a noite;
  • terapia transdérmica ou oral;
  • fitoterapia;
  • ajustes na alimentação.

Classificação Indicativa: Livre

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