Saúde
Publicado em 28/05/2025, às 19h26 Dan Gama
Você gosta de viajar? Tem costume de se preparar durante o ano para realizar aquela viagem dos sonhos? A maioria das pessoas que se programa para isso, também se prepara para emergências. Afinal, tudo pode acontecer: uma dor de cabeça, uma garganta que inflama ou até mesmo uma reação alérgica devido a insetos e mosquitos ou a poeira do lugar, tudo isso pode ser prevenido com uma pequena maleta de medicamentos. Todavia, é necessário ter muita atenção no que colocar nessa maleta, para que sua viagem dos sonhos não se torne um verdadeiro pesadelo.
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No mês passado, uma brasileira foi deportada dos EUA após levar Tramel – um medicamento homeopático indicado para auxiliar no tratamento de traumatismos e inflamações – em sua bagagem. Esse medicamento, liberado no Brasil com receita, é um analgésico com opioides - substância proibida nos EUA.
Muitos medicamentos populares no Brasil foram banidos em outros lugares, veja cinco desses remédios que você pode enfrentar uma “dor de cabeça” caso seja descoberto.
Nimesulida
Considerado um dos anti-inflamatórios mais vendidos no Brasil, foi proibido em alguns países, em outros lugares não consegue sequer o registro de autorização comercial. Isso pelo fato de que alguns estudos indicam que a medicação pode ser tóxica para o fígado.
Dipirona
Querido por muitos, o analgésico e antitérmico é proibido nos EUA, Australia, Japão e países das Europa. Se consumido em excesso, o medicamento pode ser um vilão, causando problemas que interferem no sistema imunológico.
Ritalina
Mesmo sendo classificado como tarja preta, é um dos mais vendidos em casos de ansiedade. O medicamento é proibido na Rússia e outros países Europeus.
Diane 35
Utilizado como anticoncepcional ou controle de acnes, é proibido na França e possui restrições em países como EUA, Austrália e Uruguai. A medicação está relacionada a trombose, mas a União Europeia liberou o uso pelos seus benefícios.
Sibutramina
Sibutramina, utilizado para tratar obesidade, era considerada a pílula emagrecedora, antes da ascensão das canetas. Estudos apontam risco de AVC e infartos atrelados ao medicamento. Entretanto, a Anvisa considerou os benefícios maiores que o risco.
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