Saúde
por Leonardo Oliveira
Publicado em 19/05/2025, às 11h32 - Atualizado às 12h15
Sensação constante de cansaço e falta de motivação no trabalho podem ser sinais de algo mais sério do que uma simples “fase ruim”. Esses sintomas são característicos da síndrome de burnout, um distúrbio que vem se tornando cada vez mais frequente e que afeta tanto a saúde física quanto mental dos trabalhadores, especialmente aqueles submetidos a altos níveis de estresse profissional.
A síndrome de burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, está diretamente relacionada à sobrecarga e à pressão no ambiente de trabalho. Ela surge quando a rotina profissional se torna disfuncional, colocando em risco o bem-estar e a qualidade de vida do indivíduo. Diferente do estresse passageiro, o burnout é um quadro persistente e complexo, que exige diagnóstico cuidadoso feito por profissionais de saúde mental, como psiquiatras ou psicólogos.
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O burnout é definido por um conjunto de sinais e sintomas decorrentes do estresse crônico no trabalho, podendo impactar diversas áreas da vida. Entre os sintomas mais comuns estão:
Sintomas físicos: exaustão extrema, sensação de cansaço constante, dores de cabeça frequentes, falta de ar, alterações no apetite, insônia ou sonolência excessiva, tremores, sudorese, aceleração dos batimentos cardíacos, baixa libido, problemas gastrointestinais, baixa imunidade e dores musculares.
Sintomas cognitivos: dificuldade de concentração, lapsos de memória, queda de produtividade, problemas de foco e assertividade, além de dificuldade em tomar decisões e reconhecer conquistas profissionais.
Sintomas comportamentais: procrastinação, isolamento social, impulsividade e dificuldade de relacionamento no ambiente de trabalho.
Sintomas emocionais: oscilações de humor, tristeza, irritabilidade, ansiedade, sensação constante de estresse, medo excessivo, apatia, perda de sentido e identificação com o trabalho, falta de interesse em atividades e sentimento de fracasso e insegurança.
Além desses, o burnout pode levar à despersonalização, quando o profissional desenvolve atitudes negativas e distanciamento emocional em relação ao trabalho, colegas e clientes, manifestando cinismo, sarcasmo e indiferença.
O diagnóstico é desafiador, pois os sintomas evoluem de forma gradual e podem ser confundidos com outros quadros, como depressão e ansiedade. Por isso, é fundamental buscar apoio especializado ao identificar os primeiros sinais, já que o tratamento adequado pode evitar agravamentos e promover a recuperação do bem-estar.
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