Saúde
por Gabriel Santana
Publicado em 06/11/2025, às 17h39
Todos os suplementos alimentares e energéticos, produzidos pela empresa OZT Comércio Atacadista Especializado em Produtos Ozonizados, tiveram a fabricação, venda e divulgação proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira (5), após irregularidades nos produtos.
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A decisão da Anvisa relata que os produtos tinham ozônio em sua composição. De acordo com o Portal Metrópoles, a substância não tem avaliação de segurança para uso em suplementos ou bebidas energéticas. No Brasil, o ozônio só é permitido como agente de desinfecção no tratamento de água e nunca como ingrediente para consumo humano.
Além do ozônio, a agência reguladora identificou propagandas que ligam o produto a efeitos terapêuticos e benefícios à saúde, que não são comprovados. A divulgação pela OZT afirmava que o consumo ajudava no funcionamento saudável do sistema digestivo, hepático, ocular e cardiovascular.
A indicação de prevenção ou tratamento de doenças por uso de suplementos alimentares é proibida pela Anvisa. A única autorização permitida é limitar funções metabólicas dos nutrientes, dentro de uma dieta equilibrada e previstas em normas específicas do órgão. A lista é pública, garante acesso à informação e evita uso de substâncias duvidosas.
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