Saúde
por Vagner Ferreira
Publicado em 13/03/2026, às 11h14
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou os alertas e cuidados sobre os riscos envolvendo procedimentos com preenchimento facial, como do uso de preenchedores dérmicos, como hidroxiapatita de cálcio, ácido hialurônico, poli-L-ácido lático (PLLA) e produtos permanentes à base de polimetilmetacrilato (PMMA).
Esses materiais são injetáveis e classificados como dispositivos médicos de alto ou máximo risco (classe III ou IV), só podendo ser comercializados com registro e autorização.
O uso inadequado, seja em regiões do corpo não indicadas ou em volumes superiores aos recomendados pelo fabricante, pode causar sérios danos à saúde. Entre os efeitos adversos graves estão embolia pulmonar, perda temporária ou permanente da visão e complicações sistêmicas, como inflamação granulomatosa, níveis elevados de cálcio no sangue, cálculos renais e até insuficiência renal que exige hemodiálise.
A agência reforça que profissionais e pacientes devem seguir rigorosamente as instruções de uso. Além disso, é essencial confirmar a regularidade do produto, a qualificação do profissional e a autorização do serviço antes de qualquer procedimento. Sinais de complicações exigem atendimento imediato de um profissional de saúde capacitado.
A Anvisa orienta, também, para que médicos e esteticistas aelaborem um plano de tratamento conjunto com o paciente, explicando riscos imediatos, precoces e tardios, além de entregar o cartão de rastreabilidade do produto e manter registro no prontuário.
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