Saúde
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 04/05/2026, às 15h25
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar em território brasileiro a vacina contra a chikungunya.
O imunizante, denominado Butantan-Chik, foi desenvolvido em parceria com a farmacêutica Valneva e já possuía registro de uso no país desde o ano passado, sendo o primeiro do mundo a receber aprovação contra a doença.
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Com a autorização para a fabricação nacional, o Instituto Butantan inicia o processo de transferência de tecnologia. Segundo Esper Kallás, diretor do instituto, a medida é estratégica para a autonomia vacinal do Brasil. "Ao executar a maior parte do processo de fabricação, o Butantan poderá entregar a vacina com um preço menor e mais acessível, mantendo a qualidade e a segurança", afirmou.
Os dados sobre a eficácia do imunizante foram publicados na revista científica The Lancet em 2023. De acordo com o estudo, 98,9% dos participantes produziram anticorpos neutralizantes contra o vírus.
Os níveis de proteção foram mantidos por, pelo menos, seis meses e a vacina demonstrou boa tolerância, com eventos adversos majoritariamente leves ou moderados, como dor de cabeça, fadiga, febre e dor no corpo.
Embora a fabricação nacional tenha sido aprovada agora, o imunizante já faz parte de uma estratégia piloto do Ministério da Saúde. Desde o início de 2026, a vacina vem sendo distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em municípios com altos índices de incidência de chikungunya. A produção local deve acelerar a expansão dessa cobertura para outras regiões do país.
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