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A nova taxa para quem demora mais de 10 minutos nas áreas de embarque e desembarque do Aeroporto Internacional de Salvador virou alvo de ação no Ministério Público Federal (MPF). O autor da ação é o deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante).
O parlamentar chamou a medida de “esculhambação” e “molequeira”. Na avaliação dele, a cobrança pesa no bolso de quem só está tentando deixar ou buscar alguém e, na prática, ignora a realidade de quem precisa de mais tempo.
Tempo curto, público diverso
O limite de tolerância, fixado em 10 minutos pelo sistema “kiss and fly”, é o principal ponto criticado pelo parlamentar.
Isidório argumenta que esse intervalo não dá conta de situações comuns no dia a dia do aeroporto, especialmente quando há idosos, pessoas com deficiência ou passageiros com mobilidade reduzida.
@bnewsoficial O deputado federal Pastor Sargento Isidório acionou o Ministério Público Federal contra a nova cobrança de permanência no Aeroporto Internacional de Salvador, implantada por meio do sistema “kiss and fly”. A medida prevê tarifa para veículos que ultrapassarem o limite de 10 minutos nas áreas de embarque e desembarque. Recém-chegado de Brasília, o parlamentar classificou a cobrança como abusiva e utilizou termos como “esculhambação” e “molequeira” ao criticar a iniciativa, afirmando que a população baiana e profissionais que atuam no local estão sendo prejudicados. Segundo ele, o tempo de tolerância estipulado pela concessionária é insuficiente, especialmente para atender passageiros que demandam mais atenção, como idosos, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Isidório também destacou o impacto direto sobre taxistas e motoristas por aplicativo, que dependem da dinâmica do aeroporto para trabalhar. Na avaliação do deputado, a nova taxa agrava ainda mais a situação de usuários que já enfrentam custos elevados com passagens aéreas. “Dez minutos vai dar para quê?”, questionou ao anunciar a representação. #bnews #salvador #bahia #aeroporto #politica ♬ som original - BNews - Portal de notícias
Efeito em cadeia no trabalho
Taxistas e motoristas por aplicativo, que dependem do fluxo constante de passageiros, entram na conta dos prejudicados. Para eles, cada minuto a mais pode virar tarifa, e, no fim, menos corridas ou lucro espremido.
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