BNews Agro
Publicado em 11/10/2025, às 18h46 Divulgação / Lorena Lorenzo - Tarcísio Sampaio Lucas Pacheco
A família proprietária da Fazenda e Empório Mironga, na Ilha do Marajó, no Pará, pretende criar o Centro de Estudos da Bubalinocultura, uma espécie de “universidade do búfalo”. O projeto ainda não possui prazo de implementação.
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O Marajó tem o maior rebanho do país, com cerca de 650 mil a 800 mil animais, estando a maior parte nos municípios de Soure, Chaves e Cachoeira do Arari. Eles são usados para transporte, policiamento e na gastronomia.
“Nós precisamos de gente para estudar melhor o búfalo: melhoramento genético, como agregar valor no leite, no couro, na carne, manejo, questão sanitária. Precisamos estudar e divulgar. Este centro não seria privilégio do veterinário ou do agrônomo, zootecnista e biólogo. Envolveria outras áreas como um tecnólogo de alimento, de turismo, medicina”, afirma o fazendeiro Carlos Augusto Gouvêa.
Embora toda a simbologia do búfalo na região, sua produção e consumo levanta debates devido às questões ambientais. O Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) aponta a pecuária como segunda maior emissora desses gases do país.
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