Justiça
Publicado em 15/09/2026, às 18h18 - Atualizado às 18h57 Alejandro Zambrana/STF Héber Araújo
Os ministros Luiz Fux e Cármen Lúcia votaram com o ministro Edson Fachin e se posicionaram contra a questão de ordem apresentada pelo decano da Suprema Corte, Gilmar Mendes. A proposta buscava juntar os julgamentos de Alexandre de Moraes, sobre as mensagens que trocava com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, no que tange sua atuação no caso Master.
Flávio Dino também já havia votado pela reunião dos procedimentos. No entanto, após manifestar insatisfação com a condução da sessão, marcada por sucessivas discussões entre os ministros, pediu vista antes da proclamação do resultado. Por essa razão, seu voto não foi computado formalmente no placar.
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Dino havia sido o terceiro a votar na sessão e juntou-se a Cristiano Zanin para julgar os casos de Moraes e Mendonça juntos. Além deles, também haviam votado Gilmar Mendes, autor da proposta, e o próprio Alexandre de Moraes. Os magistrados Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques se declararam impedidos.
Com o pedido de vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso e os autos do processo, a retomada do julgamento pode levar até 90 dias (tempo máximo para a nova análise) para ser novamente julgado. Com esse pedido de vista, é possível que o julgamento da semana que vem, destinado a julgar o caso de André Mendonça, seja adiado.
Matéria em atualização*