Justiça

Defesa de Bolsonaro diz que ele abre mão de arma em casa para seguir em prisão domiciliar; entenda

A defesa de Bolsonaro disse que ele abriará mão de arma um dia depois de Paulo Gonet ter defendido a domiciliar  |  Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Publicado em 02/07/2026, às 21h25   Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil   Mariana Cedrim

Como argumento para convencer o STF (Supremo Tribunal Federal), a manter o regime domiciliar, de Jair Bolsonaro (PL), a defesa afirmou para o ministro Alexandre de Moraes, que o ex-presidente abre mão da arma que tinha para ficar em casa, em uma petição enviada ao relator nesta quinta-feira (2).

"O peticionário reitera não possuir qualquer interesse na restituição do armamento apreendido, circunstância já anteriormente informada nos autos e igualmente registrada pela Procuradoria-Geral da República", declarou a defesa.

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O argumento foi apresentado um dia depois de o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ter defendido a domiciliar, mas sem a arma apreendida com um dos seguranças de Bolsonaro.

A PGR tinha 48h para se manifestar conforme determinaçao do STF, e depois disso, mais 48 horas para a defesa de Bolsonaro se manifestar. Além da renúncia da arma, os advogados também pontuaram os aspectos de saúde do ex-presidente. Com a manifestação das partes, o magistrado deve decidir sobre a prorrogação ou não da prisão domiciliar do ex-presidente.

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