Política
por Héber Araújo
Publicado em 01/07/2026, às 19h34
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) siga em prisão domiciliar. Ainda no parecer, o órgão afirmou não ver falta grave após a apreensão da arma de fogo dele em uma blitz, que estava em posse de um militar do exército.
Conforme o documento assinado pelo procurador-geral Paulo Gonet, a PGR defende que o ex-presidente siga em regime domiciliar, mas que a arma apreendida não seja devolvida, permanecendo assim retida.
“A conclusão da autoridade policial, no que se refere a Jair Bolsonaro, tem, efetivamente, bom suporte nas circunstâncias apuradas do episódio. Não há imputar ao sentenciado falta disciplinar que impacte negativamente sobre o atual regime em que cumpre pena. A manifestação é, assim, pelo regular prosseguimento da execução no regime em que se encontra, mantendo-se a pistola apreendida”, diz a nota.
A manifestação da PGR ocorre após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pedir, ainda nesta quarta, uma nova manifestação sobre o caso da apreensão da arma de fogo que pertence a Bolsonaro.
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