Justiça

Dono da Ultrafarma pode voltar a prisão por motivo inesperado

O advogado que defende Sidney Oliveira afirmou que seu cliente tem prazo até esta sexta-feira (22) para pagar a fiança  |  Reprodução / Redes Sociais

Publicado em 21/08/2025, às 22h39   Reprodução / Redes Sociais   Mariana Cedrim

O Ministério Público fez, nesta quinta-feira (21), um novo pedido de prisão contra o dono e fundador da Ultrafarma, Sidney Oliveira. O empresário ainda não pagou a fiança de e R$ 25 milhões após ter sido solto.

O advogado que defende Sidney Oliveira, Walfrido Warde, afirmou que seu cliente tem prazo até esta sexta-feira (22) para pagar a fiança. Otávio Gomes, diretor estatutário do grupo Fast Shop, também foi solto mediante a fiança, mas  conseguiu um habeas corpus para suspender a obrigatoriedade do pagamento.

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Os dois haviam sido presos temporariamente na terça-feira (12) e são alvo de uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) que investiga um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais tributários da Secretaria de Estado da Fazenda.

O esquema investigado pela Operação Ícaro, segundo o MP, tinha como “cérebro” o auditor fiscal estadual Artur Gomes da Silva Neto, que teve a prisão temporária prorrogada.

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