Justiça

Justiça toma decisão sobre redução de sessões psiquiátricas de Suzane von Richthofen

Em 2002, ela foi condenada a 39 anos de prisão por participação na morte dos pais  |  Reprodução/TV Record

Publicado em 14/09/2024, às 16h57   Reprodução/TV Record   Redação

A Justiça de São Paulo não aceitou o pedido de Suzane von Richthofen, de 41 anos, para reduzir a periodicidade dos tratamentos psiquiátrico e psicológico obrigatórios a que é submetida desde 2023, quando obteve a progressão para o regime aberto, após cumprir 20 anos de reclusão. Em 2002, ela foi condenada a 39 anos de prisão por participação na morte dos pais. 

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O responsável pela decisão é o juiz Carlos Henrique Scala de Almeida, da 5ª Câmara de Direito Criminal do Foro de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, local onde Suzane mora atualmente. Um recurso foi apresentado pela defesa de Suzane ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) para recorrer da decisão. O documento ainda não foi analisado. 

De acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo, o pedido foi feito pela Secretaria Municipal de Saúde de Bragança Paulista, em junho deste ano, alegando que Suzane “não tem apresentado queixas e/ou alterações psicopatológicas que justifiquem algum transtorno mental”. 

Em razão disso, a pasta fez um pedido à Justiça para que as consultas com o psicólogo fossem espaçadas uma vez por mês e uma vez a cada três meses com o psiquiatra. Uma decisão dos desembargadores da 5ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo determina que ela passe, semanalmente, por um psicólogo do Centro de Atenção Psicossocial e faça uma sessão por mês com um psiquiatra.  

A advogada Jaqueline Beatriz Domingues afirmou à Justiça que “a paciente evoluiu no tratamento a que foi submetida, conforme se infere do relatório do médico” e que, em razão disso, não havia razão para que a solicitação não fosse atendida. 

Classificação Indicativa: Livre


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