Justiça

Maurício Leahy fala dos desafios da CAAB na oferta de assistência aos advogados da Bahia

Presidente da CAAB falou sobre a importância da instituição para a advocacia baiana  |  Reprodução / Youtube

Publicado em 28/08/2025, às 21h22   Reprodução / Youtube   Redação

Em entrevista ao JusNews Podcast, programa do Youtube apresentado pela jornalista Claudia Cardozo e o advogado Ruy João, o presidente da Caixa de Assistência dos Advogados da Bahia (CAAB), Maurício Leahy, detalhou a função da instituição.

Eleito no final de 2024, Maurício Leahy cumpre mandato na CAABno triênio 2025-2027. Criada para ser o braço social e assistencial da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Bahia (OAB-BA), a CAAB presta vários tipos de assistência aos milhares de profissionais da advocacia no estado e com o passar do tempo, apliou ainda mais o se leque de atuação, como explica o presidente.

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“A nossa Caixa surgiu em 1946 e portanto no próximo ano a gente vai completar 80 anos de existência, justamente para prestar auxílio e assistência para os advogados que estejam por algum tipo de dificuldade financeira ou enfermidade. Esse é a missão principal da CAAB. O que a gente tem observado ao longo dos anos é que suas atribuições foram sendo transformadas e toda a parte de saúde, bem-estar, lazer e qualidade de vida, fica também sob a nossa responsabilidade”, disse Leahy.

“A gente quer cada vez mais que a Caixa esteja presente na vida dos advogados da capital e do interior. A Caixa não atende somente pessoas que não conseguem sobreviver da profissão, falamos de pessoas que ficaram doentes e por isso estão impossibilitadas de exercer a profissão”, acrescentou.

Na ocasião, ele também apontou que algumas dificuldades enfrentadas na profissão, como a saturação no mercado e as novas tecnologias, geram mais demanda para a CAAB e por isso são desafios importantes para serem superados.

“Nós tivemos uma abertura nos cursos de direito e o mercado não comporta a quantidade de advogados que têm. O último censo contabilizou 1,4 milhão de advogados no Brasil e na Bahia temos em torno de 62 mil ativos. O mercado não está comportando. As tecnologias vieram para maltratar os advogados mais antigos, e é uma profissão que está em constante evolução e essa evolução e essa evolução faz com que haja dificuldade financeira por conta da não possibilidade de exercício profissional”, pontuou.

Assista a entrevista:

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