Direto de Brasília
Publicado em 12/05/2025, às 10h33 Divulgação / SAP Publicado por Vagner Ferreira
Após as medidas autoritárias da nova gestão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, uma empresa alemã de software mudou as suas políticas de inclusão para atender aos critérios. De acordo com informações do jornal O Globo, trata-se da SAP, que previa que 40% dos funcionários fossem mulheres.
Com isso, a empresa não vai mais fornecer políticas de cotas para mulheres em cargos de gestão nos EUA. Vale ressaltar que, no país norte–americano, a SAP conta com cerca de 17.000 funcionários, ante 120.000 funcionários em todo o mundo.
Outro critério, segundo a reportagem, é de que a diversidade de gênero não contará como critério de remuneração no conselho de administração. A empresa informou que está "comprometida em criar um ambiente de trabalho inclusivo" e de "cumprir integralmente os requisitos legais em cada país em que opera".
Trump assinou uma ordem executiva no primeiro dia de retorno à Casa Branca, contra os programas de Diversidade, Equidade, Inclusão (DEI). Além disso, tem ameaçado empresas que contrariam essa medida. E isso pode ter feito com que a SAP mudasse de ideia.
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