Economia & Mercado
Publicado em 12/01/2026, às 19h34 Reprodução / Redes Sociais Cibele Gentil
O presidente executivo da Heineken, Dolf van den Brink, anunciou oficialmente sua renúncia nesta segunda-feira (12), após seis anos à frente da gigante holandesa. O CEO, que assumiu o comando da companhia em junho de 2020, no início da pandemia, deixará o posto em maio deste ano. A decisão ocorre em um momento de pressão para a fabricante de bebidas, que enfrenta uma crise marcada pelo aumento dos custos operacionais e por resultados comerciais abaixo do esperado, gerando reflexos diretos no desempenho das ações da empresa.
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O Conselho de Administração da multinacional informou que iniciará a busca do sucessor de Van den Brink, tendo para isso um prazo de aproximadamente quatro meses para a escolha do novo líder. Para garantir uma sucessão estável, o atual CEO permanecerá vinculado à organização como consultor por oito meses após sua saída oficial, auxiliando na transição.
Período desafiador
O cenário que motivou a renúncia é evidenciado pelo balanço do terceiro trimestre de 2025, que apontou uma queda global de 4,3% nas vendas de cerveja. A Heineken atribuiu o recuo a incertezas comerciais, especialmente nos mercados das Américas do Norte e do Sul. No Brasil, o desempenho foi ainda mais crítico, apresentando uma queda de dois dígitos na comercialização dos produtos
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