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Economia & Mercado

FMI reduz previsão de crescimento do Brasil para 2,2% em 2026; veja o que mudou

Previsão do PIB do Brasil cai de 2,4% para 2,2% em 2026, segundo FMI, refletindo incertezas econômicas e juros altos.  |  Divulgação

Publicado em 13/10/2026, às 08h46   Divulgação   Samuel de Jesus

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou uma nova previsão do Produto Interno Bruto (PIB) e reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026, de 2,4% para 2,2%. A estimativa para 2027 também foi revisada para baixo, passando de 2,2% para 1,9%, segundo o relatório do Panorama Econômico Mundial, divulgado nesta terça-feira (13).

FMI atualiza projeção de crescimento econômico de 2026: 🇮🇳 Índia: 7,0% 🇨🇳 China: 4,5% 🇳🇬 Nigéria: 4,2% 🇪🇸 Espanha: 2,5% 🇺🇸 EUA: 2,3% 🇧🇷 Brasil: 2,2% 🇲🇽 México: 1,5% 🇩🇪 Alemanha: 1,3% 🇿🇦 África do Sul: 1,0% 🇷🇺 Rússia: 0,9% 🇮🇹 Itália: 0,8% 🇫🇷 França: 0,4% 🇸🇦 Arábia Saudita: -3,3%

— Análise Geopolítica (@AnaliseGeopol) October 13, 2026

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De acordo com a reportagem do G1, a desaceleração está relacionada à manutenção de juros em níveis restritivos, à retirada de estímulos fiscais e às incertezas da economia global. O cenário de crédito mais caro tende a limitar os investimentos das empresas e o consumo das famílias.

Inflação e desemprego

Segundo os estudos do FMI, o mercado apresentou projeções para a inflação e o mercado de trabalho brasileiro. A inflação média anual, medida pela variação dos preços ao consumidor, deve cair de 5% em 2025 para 4,4% em 2026 e 4,1% em 2027.

Já a taxa de desemprego deve seguir em alta. A previsão é de que passe de 6% em 2025 para 6,2% em 2026, podendo chegar a 6,8% no próximo ano.

Economia mundial deve crescer mais

Apesar da revisão negativa para o Brasil, o FMI elevou a previsão de crescimento da economia mundial em 2026, de 3% para 3,1%. Para 2027, a expectativa foi mantida em 3,4%. Na América Latina e no Caribe, a projeção é de crescimento de 2,3% em 2026 e 2,5% em 2027

O grupo salienta que conflitos internacionais, aumentos de custos de energia, tensões comerciais e vulnerabilidades fiscais podem prejudicar o desempenho econômico de vários países.

O relatório afirma que os juros elevados e a incerteza do cenário internacional e político no Brasil continuam sendo fatores de pressão sobre economias emergentes, como a brasileira.

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TagsAmérica LatinaConflitos internacionaiscrescimentoCustos de energiaEconomias emergentesFMIfundo monetário internacionalproduto interno bruto

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