Economia & Mercado
Publicado em 27/08/2026, às 19h08 Divulgação/Conacomp Antonio Dilson Neto
A velocidade com que uma informação se espalha mudou a forma como empresas e governos precisam agir diante de uma crise. A avaliação é do diretor de Comunicação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), André Curvello, que falou sobre o tema nesta quinta-feira (27), durante o 4º Congresso Nacional de Comunicadores do Ministério Público Brasileiro (Conacomp), em Palmas (TO).
Para Curvello, a rapidez na circulação de informações exige respostas cada vez mais ágeis das organizações, especialmente em um cenário marcado pelo avanço das redes sociais e da inteligência artificial.
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Uma crise bem gerida significa uma grande oportunidade para as organizações”, afirmou.
Segundo o diretor da CNI, a transformação na comunicação ganhou força com a expansão das redes sociais. Antes, a população recebia informações principalmente por meio de veículos tradicionais, como televisão, rádio e jornais
Esse cenário também aumentou o desafio provocado pela disseminação de informações falsas.
O que mais atrapalhou o combate à pandemia foram as fake news. Foi um grande desafio para os governos”, disse Curvello, que ocupava o cargo de secretário de Comunicação da Bahia durante a pandemia de Covid 19.
Apesar das mudanças provocadas pelas novas tecnologias, Curvello afirmou que um dos principais pilares de uma comunicação eficiente permanece o mesmo: a construção de reputação ao longo do tempo.
Para ele, organizações que mantêm uma relação consistente com seus públicos conseguem enfrentar situações de crise com mais credibilidade e capacidade de resposta.
A palestra de Curvello integrou a programação do Conacomp, evento que reúne profissionais de comunicação ligados ao Ministério Público de diferentes estados e instituições do país.
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