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Publicado em 22/08/2025, às 20h54 Reprodução Instagram @rcassio12 Mariana Cedrim
O goleiro do Cruzeiro, Cássio, usou suas redes sociais nesta sexta-feira (22) para desafabar sobre a luta que vem enfrentando para matricular a filha Maria Luiza, de 7 anos, diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA).
"Hoje, como tantos outros pais de crianças autistas não verbais, venho compartilhar algo muito doloroso. Tenho tentado matricular minha filha em diferentes escolas, mas a resposta quase sempre é a mesma: ela não é aceita."
O atleta se mudou com a família para Belo Horizonte quando deixou o Corinthians para defender o Cruzeiro, no ano passado. Mesmo com auxílio do clube, algumas instituições continuam recusando a presença do acompanhante dentro da sala de aula.
A profissional especializado que acompanha Maria Luiza desde pequena se mudou junto com a família para continuar com a asssistência à criança. "Essa profissional veio com a gente de São Paulo, conhece a Maria profundamente, tem a confiança dela e poderia ajudá-la dentro de sala sem atrapalhar em nada o andamento das atividades", explicou o goleiro.
A Lei nº 12.764/2012, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, determina que, em classes regulares de ensino, a criança com autismo tenha direito a acompanhamento especializado, adaptações e avaliações adequadas às suas necessidades.
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