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Publicado em 10/12/2013, às 15h37 Divulgação Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews)
Champinha, que tinha 16 anos na época do crime, foi detido e confessou ter planejado e executado as mortes. Ele recebeu a pena máxima prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de três anos, que foi cumprida na Fundação Casa. Em 2007, Champinha passou por uma avaliação psiquiátrica e a Justiça o interditou por considerá-lo sem condições de viver em sociedade. Desde então, ele está na UES.
Porém, a instituição foi apontada pelo Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo como imprópria para o tratamento de pacientes como Champinha. De acordo com o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Pedro Antônio de Oliveira Machado, o tratamento oferecido na UES é "medieval".
O julgamento do habeas corpus no STJ está marcado para as 14h desta terça-feira. A Justiça pode aceitar o pedido da defesa e mandá-lo para casa, pode determinar o cumprimento de outra medida socioeducativa fora da UES ou ainda negar a solicitação e mantê-lo na unidade.