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Ex-mulher de namorado de von Richthofen quer guarda das filhas: "Tirá-las de perto da Suzane"

Disputa pelas filhas começou na segunda-feira com pedido de tutela de urgência de Sílvia Constantino  |  Reprodução/ Redes Sociais

Publicado em 21/09/2023, às 12h46   Reprodução/ Redes Sociais   Cadastrado por Bernardo Rego

A guarda de três crianças está em jogo no meio de uma disputa judicial envolvendo Suzane von Richthofen, de 39 anos, acusada de matar os pais e condenada a 39 anos de reclusão. Atualmente, Richthofen está grávida do médico Felipe Zecchini Nunes, de 40 anos e se mudou há três meses para morar com o namorado que tem a guarda das filhas de seu relacionamento anterior.

O médico viveu em regime de união estável com a também médica Sílvia Constantino Franco, de 44 anos, e os dois tiveram uma separação conturbada. Silvia conta que, se sentindo fragilizada, cedeu os cuidados das filhas ao ex-marido, mas agora, assustada com a convivência delas com Suzane, decidiu brigar na Justiça para retomar a guarda.

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Em entrevista ao GLOBO, ela explicou suas razões. “Não quero as minhas filhas sendo criadas por uma assassina psicopata. (Tenho medo) de as minhas filhas conviverem com a Suzane. Acho que ela tem o direito de recomeçar a vida dela, mas não perto das minhas filhas, estou apavorada. As pessoas me mandam foto do Felipe com a Suzane e fico transtornada”, contou.


A batalha já começou. O Ministério Público analisa o pedido de Sílvia e logo deve dar um parecer porque a médica entrou com um pedido de tutela para que a tramitação judicial seja mais célere. Suzane cumpre o restante de sua pena em liberdade. Ela foi condenada pelo assassinato dos pais, Marísia Von Richthofen e Manfred Albert von Richthofen, em 31 de outubro de 2002.

Na segunda-feira (17), Sílvia entrou com uma ação judicial para convencer a Justiça de que, agora, está em condições de receber suas filhas de volta e que as crianças devem ficar longe de Suzane por uma questão de segurança.


Segundo Sílvia, a filha mais velha contou que elas não estavam indo à escola para evitar bullying dos colegas que as chamavam de "enteadas da assassina". Apesar da preocupação, a médica não tem informações suficientes sobre uma possível convivência próxima das filhas com Suzane von Richthofen.

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