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Publicado em 27/06/2025, às 18h12 Reprodução Instagram @manoel.marins.3 Redação BNews
A irmã de Juliana Marins, jovem que morreu após uma queda no Monte Rinjani, na Indonésia, revelou, nesta sexta-feira (27), que a família soube dos detalhes da autópsia pela imprensa e que nenhuma informação oficial foi repassada pelas autoridades locais antes da coletiva de imprensa do legista.
“Tudo o que eu sei, vi pela mídia. Em momento algum houve compaixão ou respeito suficiente para nos reunir e informar primeiro. Ficamos sabendo depois porque o legista quis seus 15 minutos de fama, mais um absurdo no meio de toda essa história”, relatou Marina Marins.
A irmã de Juliana ainda questionou as informações da cronologia apresentadas pela autópsia e afirmou que o pai delas, que está em Bali, informou que talvez as autoridades façam uma reunião com a família.
“Se o legista disser que a morte foi 12 horas após a primeira queda, isso é mentira. Temos relatos de turistas, registros, vídeos… muita coisa que comprova que a Juliana ficou viva por muito mais tempo. O ferimento fatal pode ter acontecido na última queda, já perto do resgate. Agora, se ele confirmar que foi entre 12 e 24 horas antes do resgate, isso muda tudo, diz muita coisa”.
De acordo com o resultado da autópsia, Juliana faleceu nos primeiros minutos após a queda, não havendo indícios de que tenha sobrevivido por um longo período.
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