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A família de Juliana Marins, brasileira que morreu após cair de uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia, tem denunciado nas redes sociais tentativas de golpe usando o nome da jovem. Golpistas criaram uma vaquinha online pedindo doações supostamente para o traslado do corpo ao Brasil, arrecadando mais de R$ 11 mil antes de a conta ser retirada do ar. As informações são do portal Metrópoles.
“Já dissemos e repetimos: a família não abriu nenhuma vaquinha. Não doem, é fake”, alertou o perfil oficial criado no Instagram para atualizar informações sobre o caso.
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Juliana, de 26 anos, era natural de Niterói (RJ) e estava em um mochilão pela Ásia. No último fim de semana, durante uma trilha com outros turistas no vulcão Rinjani, ela escorregou e caiu por uma vala. O corpo foi encontrado a cerca de 600 metros da trilha. Segundo a família, ela aguardou socorro por quatro dias.
Inicialmente, chegou a ser divulgado que ela havia sido socorrida ainda no local, mas a informação foi desmentida por parentes. O resgate só foi concluído na quarta-feira (26), após ter sido interrompido dias antes devido às más condições climáticas na região.
O corpo de Juliana será levado ainda nesta quinta-feira (26) para a ilha de Bali, onde passará por autópsia. A informação foi confirmada pela vice-governadora da província de West Nusa Tenggara, Indah Dhamayanti Putri. “A família quer saber a causa da morte. Eles só querem saber quando ela morreu”, afirmou.
O transporte será feito por via terrestre, em ambulância, conforme divulgou a imprensa local.
Na mesma data, o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), anunciou que a prefeitura assumirá os custos do traslado do corpo de Juliana da Indonésia ao Brasil. Ele disse, em publicação na rede social X (antigo Twitter), que conversou com Mariana Marins, irmã da vítima, e garantiu o apoio necessário à família.
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