Meio Ambiente
Publicado em 07/11/2024, às 11h23 Reprodução/Freepik Maycol Douglas
Após a Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP 16), realizada entre 21 de outubro a 02 de novembro em Cali, na Colômbia e diante do aumento dos efeitos provocados pelas mudanças climáticas levando risco ao planeta, a expectativa sobre o posicionamento dos 196 países cresceram após aprovarem as metas do Marco Global Kunming-Montreal da Biodiversidade, em 2022.
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Um levantamento realizado pelo portal Valor Econômico alerta que a "proteção da biodiversidade é imprescindível para uma economia sustentável". A publicação cita as propostas do marco citado acima, que buscam reverter o perigoso declínio ambiental, que ameaça a sobrevivência de até um milhão de espécies, causando também impacto na vida de bilhões de pessoas na Terra.
Além disso, o Marco Global visa a proteção de 30% das áreas terrestres, costeiras e oceânicas, com um investimento anual de US$ 200 bilhões para a conservação da natureza.
Ainda de acordo com o portal, os marcos se tratam de "alvos ambiciosos e necessários, difíceis de atingir, mas que interessam o mundo todo, trazendo holofote para a América Latina e o Caribe".
Um relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) informa que a região que engloba territórios do Brasil, Colômbia, Equador, México, Venezuela e Peru é a mais biologicamente diversa do mundo.
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