Meio Ambiente

COP16: Líder indígena brasileira é cercada por seguranças da ONU durante protesto; confira

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Ministra do Meio Ambiente saiu em defesa da ativista indígena; entenda  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Agência Brasil
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 31/10/2024, às 15h14 - Atualizado às 15h16



Um episódio envolvendo uma ativista brasileira tem chamado atenção do mundo. Durante a 16ª COP 16 – Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica, que acontece em Cali, na Colômbia, a líder indígena Txai Suruí foi cercada por seguranças por seguranças da ONU e teve suas credenciais retiradas temporariamente após realizar um protesto contra a PEC 48, que busca instituir o marco temporal de terras indígenas, em tramitação no Congresso do Brasil.

As informações são da Agência Brasil e do jornal O Globo. Por meio de uma declaração oficial, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, saiu em defesa da brasileira. “Todos nós sentimos por qualquer pessoa que tivesse vivido o que ela viveu, mas ela é uma pessoa muito relevante para todos nós. Não é só um símbolo, ela é uma pessoa com uma ação concreta, efetiva na luta dos povos indígenas, dos direitos das mulheres, dos direitos humanos”, declarou a ministra sobre Txai.

Ainda de acordo com as reportagens da Agência Brasil e do jornal O Globo, a Marina Silva informou que “a organização da COP buscou as autoridades brasileiras para um pedido de desculpas e a devolução das credenciais que haviam sido retiradas dos ativistas indígenas”.

Segundo a ministra, “eles disseram que foi uma ação desproporcional, fizeram um pedido de desculpas, e que o pedido de desculpas não era uma coisa só verbal, que se materializava na devolução das credenciais”.

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