Polícia

Caso Gritzbach: Delator do PCC foi executado por policial militar, diz Corregedoria

Operação prendeu 13 policiais acusados de envolvimento com o PCC  |  Reprodução/Record

Publicado em 16/01/2025, às 08h05 - Atualizado às 08h12   Reprodução/Record   Victória Valentina

A Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo prendeu, na manhã desta quinta-feira (16), 13 policiais militares acusados de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre eles está um agente identificado como o autor dos disparos que executaram o empresário Vinícius Gritzbach, em novembro do ano passado, no Aeroporto de Guarulhos. As informações são do g1.

A operação da Corregedoria teve início após uma denúncia anônima recebida pelo órgão em março de 2024, que apontava para a possibilidade de vazamentos de informações sigilosas por policiais militares para favorecer membros da facção criminosa. Um dos beneficiados seria Gritzbach, que era escoltado pelos agentes da segurança pública.

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Em sua delação premiada feita ao Ministério Público de São Paulo, o empresário, acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro e em um duplo homicídio, entregou o nome de pessoas ligadas ao PCC e acusou policiais de corrupção e lavagem de dinheiro.

Execução

O empresário Vinícius Gritzbach foi assassinado com 10 tiros de fuzil ao deixar o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 8 de novembro de 2024.

Os disparos partiram de um Gol preto, que estacionou em frente a um ônibus da Guarda Civil Metropolitana (GCM). O veículo foi encontrado momentos depois, abandonado em um local próximo ao aeroporto, com munições de fuzil e um colete a prova de balas.

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