Polícia
Publicado em 22/04/2025, às 20h11 Reprodução / Redes Sociais Redação BNews
A professora Luciana Dôrea, de 53 anos, da rede municipal de ensino de Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia, escreveu carta de próprio punho e enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), após esquecer de carregar a tornozeleira eletrônica.
“Declaro que diariamente costumo levar na bolsa do trabalho o carregador da tornozeleira e que nessa data, ao sentir a tornozeleira avisando que precisava de carga, não havia colocado na bolsa. E que, ao sair do trabalho, chamei um Uber para que me levasse para casa para imediatamente colocar para carregar, dando os exatos 17 minutos”, relatou.
Luciana contou que esqueceu o carregador da tornozeleira em casa no dia 14 de março e, ao perceber o aviso de bateria fraca retornou rapidamente à sua casa para carregá-la. O caso ainda está sendo analisado pelo STF.
A professora, que dá aulas de história nas escolas municipais Vila Vargas e Clélia das Graças, responde a processo por participação nos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro. Luciana chegou a ficar presa na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia.
Homem rompeu tornozeleira eletrônica antes de invadir casa e matar ex-mulher
Advogado suspeito de cometer série de crimes teria violado a tornozeleira eletrônica 67 vezes