Política
Publicado em 11/09/2026, às 17h16 Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil Héber Araújo
O diretor-geral afastado da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, negou que tenha ocorrido qualquer monitoramento ilegal do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. A manifestação foi enviada ao ministro e presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, explicando ainda que os relatórios questionados tratavam-se de análises regulares de inteligência.
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Ainda conforme o dirigente da PF, o material apreendido foi encaminhado ao Supremo em cumprimento de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes. Andrei ressaltou ainda que os documentos não decorrem de ações de vigilância ou coleta de informações clandestinas.
“Não existiu, em absoluto, qualquer monitoramento ilícito de Ministro deste E. STF e tampouco do Ilmo. Advogado-Geral da União. Os documentos que foram questionados pela decisão proferida na Pet 16662 não são decorrentes de ações de vigilância, coleta clandestina de dados, ou qualquer medida invasiva”, declarou Andrei.
“Não houve, portanto, qualquer ingerência na esfera de privacidade ou na atuação funcional das autoridades mencionadas”, declarou.
A manifestação enviada ao Supremo faz parte da decisão de Fachin de suspender as decisões de André Mendonça, que determinou seu afastamento, e Flávio Dino, que orientou sua reintegração. O presidente do STF havia determinado que Andrie apresentasse informações, em até 48 horas, antes de decidir sobre sua permanência no cargo.
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