Política

Bolsonaro pede, mais uma vez, arquivamento de inquérito em que ele é acusado de divulgar dados sigilosos

A AGU, que representa Bolsonaro, classificou o despacho do ministro do STF Alexandre de Moraes como “abuso investigatório”  |  Arquivo BNews

Publicado em 06/05/2022, às 23h08   Arquivo BNews   Redação

“Abuso investigatório”. Foi assim que a Advocacia-Geral da União, que representa o presidente da República, Jair Bolsonaro, classificou o despacho do ministro do STF Alexandre de Moraes, que abriu prazo de 15 dias para a Polícia Federal concluir a análise da quebra de sigilo telemático (mensagens) autorizada no caso que Bolsonaro vazou dados sigilosos durante uma live nas redes sociais.

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PF afirma que Bolsonaro cometeu crime em vazamento de inquérito sobre TSE

A AGU pediu mais uma vez o arquivamento imediato do inquérito, com essa argumentação. A Procuradoria-Geral da República já havia solicitado o mesmo, mas a Polícia Federal disse ver indícios de que o presidente havia cometido crime ao divulgar os dados de uma investigação que tramitava no Tribunal Superior Eleitoral e na PF desde 2018, sobre uma suposta invasão a sistemas de dados do TSE.

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