Política

Caetano Veloso se manifesta após condenação de Bolsonaro

Cartor e compositor publicou vídeo de uma antiga entrevista  |  Divulgação

Publicado em 12/09/2025, às 18h27   Divulgação   Anderson Ramos

O cantor e compositor Caetano Veloso se juntou aos vários artistas que comentaram a condenação de Jair Bolsonaro (PL), após julgamento na quinta-feira (11). A pena do ex-presidente foi fixada em 27 anos e 3 meses por crimes relativos à tentativa de golpe de Estado. 

Um dos criadores do movimento cultural Tropicália, junto com Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé e a banda Os Mutantes, Caetano postou um vídeo nas redes sociais de uma entrevista que ele concedeu ao programa Roda Viva, em 1996, no qual falou sobre a ameaça de uma direita “brutal”, “truculenta” e que se manifesta em vários lugares. 

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

“Não vamos pensar que o empobrecimento do espírito nacional que deseja a extrema direita venha a ser vitorioso com facilidade. Sem anistia!”, escreveu o artista na legenda do vídeo. 

Não vamos pensar que o empobrecimento do espírito nacional que deseja a extrema direita venha a ser vitorioso com facilidade.

Sem anistia!

🎥 Roda Viva (1996) pic.twitter.com/w2FryrmNLK

— Caetano Veloso (@caetanoveloso) September 12, 2025

Outras manifestações

O ator Bruno Gagliasso foi um dos primeiros a se pronunciar, ao repostar uma publicação comemorando o resultado do julgamento.

A atriz Alice Wegmann também celebrou a decisão, compartilhando um vídeo antigo em que Bolsonaro dizia que “voto não é importante” e escreveu: “Grande dia”. 

A também atriz Carol Castro parabenizou a ministra Cármen Lúcia pelo voto que condenou Bolsonaro: “Parabéns, Suprema! As mulheres do Brasil têm orgulho de você”.

Classificação Indicativa: Livre


TagsCaetano VelosobrasiljulgamentocondenaçãogolpeArtistasJair BolsonaroRoda Vivatropicáliabruno gagliassoCármen LúciaCarol CastroSupremaextrema direitaEmpobrecimento

Leia também


O recado de Margareth Menezes após a condenação de Bolsonaro


Após condenação, Bolsonaro fica inelegível até 2060