Política
Publicado em 14/09/2025, às 11h17 - Atualizado às 11h17 Reprodução / Redes Sociais Daniel Serrano
O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para criticar a escolta policial que acompanhou o seu pai, Jair Bolsonaro, até um hospital de Brasília para realização de um procedimento médico. Esta é a primeira vez que o ex-presidente deixa a prisão domiciliar desde que foi condenado por tentativa de golpe.
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Em seu perfil no X (antigo Twitter), Carlos diz que acompanha o pai no hospital DF Star, em Brasília, e disse que a operação para levar Bolsonaro à unidade de saúde envolveu “mais de 20 homens armados de fuzis” e “10 batedores”. Ele ainda classificou o comboio como uma " humilhação de um homem honesto”.
“Já no hospital, homens fardados e armados vigiam como se um senhor de 70 anos pudesse fugir por uma janela, assim como fazem em sua prisão domiciliar. Fica claro: o objetivo é fragilizá-lo, expô-lo e ofendê-lo”, declarou.
“No fundo, o que não conseguiram em 2018, tentam agora, a qualquer custo, concluir. Não há como não se indignar! Querem matar Jair Bolsonaro de um jeito ou de outro”, declarou Carlos nas redes sociais.
- Estou com meu pai e presencio a continuidade do maior circo armado da história do Brasil.
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) September 14, 2025
Um comboio com mais de 20 homens armados de fuzis ostensivamente, acompanhados de mais de 10 batedores, reduzindo a velocidade da bem abaixo da permitida na via, apenas para promover a…
Bolsonaro chegou ao hospital antes das 8h deste domingo (14) e foi recebido por apoiadores. Ele estava acompanhado pelos filhos Carlos e Jair Renan, vereador de Balneário Camboriú (SC). O procedimento estava previsto para começar às 10h e terá cerca de duas horas de duração.
O deslocamento do ex-presidente do condomínio onde cumpre prisão domiciliar ao hospital foi feito com escolta de sete carros e seis motos da Polícia Penal do Distrito Federal, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
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