Política
Publicado em 13/07/2026, às 20h13 Reprodução / X Davi Lemos
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) voltou a defender, nesta segunda-feira (13), que o governo de Donald Trump (EUA) volte a sancionar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nos termos da Lei Magnitsky. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro criticou a decisão do magistrado de proibiu visitas de Flávio Bolsonaro ao pai durante o período eleitoral.
"Se em um país inteiro apenas um prisioneiro for proibido de se comunicar com seu filho — e candidato à presidência — por razões políticas, essa eleição não deveria, antecipadamente, ser reconhecida como democrática pelos países livres. A sanção Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Alexandre de Moraes, deve ser restabelecida", escreveu Eduardo, no X.
Eduardo Bolsonaro também escreveu em outro post: "Um filho proibido de falar com seu pai por decreto judicial. Isso não é lei. Isso não é democracia. Isso é abuso de poder. O mundo não pode desviar o olhar enquanto o judiciário brasileiro silencia um inteiro movimento político. Uma eleição não é só um voto, é uma voz. E Moraes está tentando tirar essa voz".
If in an entire country only one prisoner is forbidden from communicating with his son - and presidential candidate - for political reasons, this election should not, in advance, be recognized as democratic by free countries.
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) July 13, 2026
The Magnitsky sanction against the Brazilian supreme… https://t.co/seWiNOBeAw
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