Política
Publicado em 31/08/2024, às 12h03 Reprodução/CNN Lucas Pacheco
O candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), foi parar na delegacia, nesta sexta-feira (30), após uma caminhada política no bairro VIla Formosa, Zona Leste da capital paulista. O político registrou um boletim de ocorrência por ameaça, após sua equipe de campanha identificar um homem supostamente armado se aproximando dele.
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"Foi só um susto. Estou bem", disse Marçal ao Uol.
O candidato disse à polícia que no meio da multidão havia uma pessoa segurando uma sacola e andar cambaleante, fingindo embriaguez, e que, ao se aproximar, essa pessoa teria pegado algo dentro da sacola "de forma ameaçadora", mas foi contida por um apoiador.
Ainda segundo Marçal, que postou um vídeo sobre o ocorrido em uma conta reserva nas redes sociais, o homem fugiu depois que percebeu que sua presença foi notada por seguranças que estavam no ato de campanha.
Veja:
A Polícia Militar de São Paulo, por meio de nota, disse não foram feitos disparos e nem houve feridos.
"A Polícia Militar foi acionada na tarde dessa terça-feira para uma ocorrência de atitude suspeita na zona leste da capital paulista e que, segundo os denunciantes, uma pessoa supostamente armada fugiu em um automóvel após ser avistado pelos seguranças. Não houve disparo tampouco feridos. A PM realiza buscas pelo carro citado".
A Polícia Civil afirmou que irá investigar o caso.
Carolina Iara, candidata à vereadora pelo PSOL e que estava no local para entregar a Pablo Marçal um isopor representando, segundo ela, um "meme" de "candidato mais mentiroso da eleição", fez uma postagem também nas redes sociais afirmando que está sendo ligada e forma equivocada ao episódio e que foi perseguida.
Sobre a acusão de que o ato teria sido forjado, Marçal rebateu.
"Segui minha carreata, não fiz nada sensacionalista. Vim aqui [na delegacia] só para cumprir o protocolo, não falei um 'a' sobre isso. Agora pergunta para ela por que ela fugiu", afirmou.
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