Política

Ex-secretário de Segurança Pública do RJ abre o jogo sobre contratação de Rivaldo Barbosa antes da morte de Marielle Franco

Ex-secretário de Segurança Pública no Rio de Janeiro, general Richard Nunes, prestou depoimento no Supremo  |  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Publicado em 09/10/2024, às 20h37   Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil   Redação

O ex-secretário de Segurança Pública no Rio de Janeiro, o general Richard Nunes, negou ter recebido qualquer indicação política para indicar Rivaldo Barbosa como chefe da Polícia Civil do estado dias antes da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL), em 2018. 

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A declaração do ex-titular da pasta ocorreu nesta quarta-feira (9), em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF). Para a Corte, Richard Nunes alegou disse que Rivaldo, apontado como mentor intelectual do assassinato de Marielle e do motorista dela, Anderson Gomes, teve um “feedback positivo” da sociede após a nomeação.

O general classificou a relação com Rivaldo Barbosa como “estritamente profissional”. Um relatório do setor de inteligência da secretaria contraindicavam a nomeação de Rivaldo por uso do cargo para suposta obtenção de vantagens.

Sobre o parecer, o militar relatou ter ignorado os documentos porque “enxergou algo no campo da moralidade e não no campo criminal”.

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