Política
Publicado em 02/11/2023, às 08h00 Reprodução / Voz de Brasília TV no YouTube Cadastrado por Edvaldo Sales
Investigado sob suspeita em fraudes em compras durante a intervenção federal da segurança pública no Rio de Janeiro, o general da reserva Paulo Assis esteve 25 vezes no Palácio do Planalto durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são da Folha de S. Paulo.
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De acordo com o relatório da Polícia Federal (PF), registros do acesso ao palácio mantidos pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) mostram que parte das datas das visitas coincidem com dias em que ele teria interferido no governo em favor da empresa norte-americana CTU Security.
Deflagrada pela PF, a Operação Perfídia investiga supostas ilegalidades na aquisição de coletes balísticos no gabinete de intervenção, comandado pelo general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro. De acordo com a corporação, Assis usou o nome do ex-interventor para tentar destravar o negócio.
Em nota, Braga Netto afirmou que "os contratos do Gabinete de Intervenção Federal seguiram absolutamente todos os trâmites legais previstos na lei brasileira". Paulo Assis não se manifestou.
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