Política
Publicado em 20/05/2025, às 06h34 Reprodução/BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto Rebeca Santos
A captura de Marcos Roberto de Almeida, o "Tuta", um dos principais nomes do PCC, tem sido utilizada pelo governo Lula para reforçar a defesa da PEC da Segurança Pública, proposta que está em análise na Câmara dos Deputados.
O traficante foi preso na Bolívia na última sexta-feira (16) em uma operação conjunta entre a Polícia Federal (PF), a força antidrogas boliviana (FELCC) e a Interpol.
“Ações como esta serão fortalecidas com a PEC da Segurança Pública apresentada pelo presidente Lula e ministro Lewandowski ao Congresso”, afirmou a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
Desde então, o governo tem destacado o caso como exemplo da necessidade de maior integração entre as forças de segurança.
Chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias também usou o episódio para defender a PEC da Segurança.
“Vamos para cima aprovar a PEC da Segurança”, disse o ministro.
Enviada ao Congresso em 24 de abril, a proposta avança lentamente e enfrenta resistência, principalmente da bancada da bala e de governadores que temem perder autonomia sobre suas polícias estaduais. Segundo informações do Metrópoles, a discussão continua na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
“Com a aprovação da PEC da Segurança Pública, teremos ainda mais integração de dados e uma coordenação mais eficaz. É preciso dar paz e tranquilidade aos cidadãos e cidadãs em nosso país!”, acrescentou.
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