Política

Jaques Wagner defende diálogo no processo eleitoral: “Democracia não é território de xingamento"

O senador Jaques Wagner participou do PGP em Paulo Afonso ao lado de Jerônimo Rodrigues, Rui Costa e Otto Alencar  |  Erickson Araújo / Divulgação

Publicado em 30/05/2026, às 16h47 - Atualizado às 16h53   Erickson Araújo / Divulgação   Davi Lemos

O senador Jaques Wagner (PT), durante realização da Plenária Territorial do Programa de Governo Participativo (PGP), em Paulo Afonso, neste sábado (30), defendeu que o processo eleitoral seja realizado baseado em diálogo e não em xingamentos entre os candidatos. "Aprendi isso na escola do presidente Lula. Acho que a Democracia não é território de xingamento, mas sim do confronto de argumentos. Do confronto do que a gente realizou e entregou", salientou Jaques Wagner, que disputará a reeleição.

O petista reforçou sua visão sobre a importância da participação popular, colocando a política como ferramenta de transformação social. "Sempre digo que a política é a mais nobre das atividades humanas, pois é através dela que colocamos o nosso país para melhorar ou piorar. E pela política que a gente coloca nosso estado ou cidade para melhorar ou piorar", declarou Wagner.

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Ao detalhar a metodologia de escuta do PGP, Wagner explicou que a ferramenta funciona presencialmente, nos encontros em cada território, mas também nas plataformas digitais, garantindo que a voz do cidadão chegue ao plano de governo.

"Funciona também na internet, acolhendo as sugestões da população, pois como Lula diz, quem sabe onde o sapato aperta é o dono do calo. Então, estamos correndo toda a Bahia para perguntar aos prefeitos, prefeitas, ex-prefeitos, ex-prefeitas, vereadores, vereadoras, classe política, empresariado e a sociedade civil para dizer onde o sapato aperta", concluiu.

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