Política

Liberdade x terrorismo: Flávio Dino abre o jogo sobre prisão de bolsonaristas

A ação tem como objetivo cumprir 32 mandados de busca e apreensão e de prisão expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes  |  Reprodução/Câmara

Publicado em 29/12/2022, às 08h56 - Atualizado às 08h57   Reprodução/Câmara   Daniela Pereira

Horas após a Polícia Federal (PF) deflagrar uma megaoperação para prender bolsonaristas suspeitos de envolvimentos nos atos de vandalismo registrados no último dia 12, em Brasília, o futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, se manifestou nas redes sociais.

Na manhã desta quinta-feira (29), o ex-governador usou o Twitter para justiçar o cumprimento dos mandados. “As ações policiais em curso visam garantir o Estado de Direito, na dimensão fundamental da proteção à vida e ao patrimônio. Motivos políticos não legitimam incêndios criminosos, ataques à sede da Polícia Federal, depredações, bombas. Liberdade de expressão não abrange terrorismo”, escreveu.

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Denominada Operação Nero, a ação tem como objetivo cumprir 32 mandados de busca e apreensão e de prisão expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

As ações aconteceram simultaneamente em Rondônia, Pará, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, São Paulo e Rio de Janeiro, além do DF.

As ações policiais em curso visam garantir o Estado de Direito, na dimensão fundamental da proteção à vida e ao patrimônio. Motivos políticos não legitimam incêndios criminosos, ataques à sede da Polícia Federal, depredações, bombas. Liberdade de expressão não abrange terrorismo.

— Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) December 29, 2022

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