Política
Publicado em 27/03/2025, às 09h44 - Atualizado às 09h46 Joilson César / BNews Rebeca Santos e Yuri Pastori
"Primeira coisa é chamar a responsabilidade da presidência da República, dos ministérios, sobretudo do Trabalho, para a importância de acabar o trabalho escravo com essa escala que está aí, que os trabalhadores e trabalhadoras não tem tempo para cuidar de sua saúde, de sua família, então é só no fumo, no chumbo grosso. Então, eu estou pela Bahia defendendo a escala de 5 por 2. Estou dentro disso desde o início e agora como presidente desta Comissão que é importantíssima para esse desfecho, é a minha luta base, a escala 5x2. E a outra coisa é que os servidores privados da CLT tenham também os mesmos direitos ou privilégios que funcionários públicos têm. Afinal de conta são iguais. Para você ter uma ideia, o funcionário público, ele tem seis meses na licença maternidade, ele ou ela, e o outro não tem, mas não são iguais? Não somos todos iguais?", afirmou.
"Então tem muita coisa boa para vir. Nós vamos nos articular. Eu não gosto de dizer que sou inteligente, que sou nada disso, até porque não sou. Eu tenho uma assessoria. Nós vamos estar trabalhando e sobretudo ouvindo o nosso patrão. Quem é o nosso patrão? Deus acima, que é o nosso Deus verdadeiro, né? É o Deus de verdade e o povo que é quem vota na gente. Então pode ficar tranquilo que nós vamos trabalhar olhando os projetos que estão lá engavetados. Iremos desengavetar tudo que tiver na comissão. Nós vamos desengavetar e botar para ser discutido pelos deputados. Então eu vou botar tudo a voto, abrir espaço para todo mundo decidir. Não vou ter lado lá dentro, sem direita, sem esquerda. Não vou estar lá dentro nem lulista, nem bolsonarista. Eu vou estar lá como uma pessoa a serviço de Deus e da sociedade, respeitando todo mundo", concluiu.
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