Política

PF decide se vai investigar Alexandre de Moraes por mensagens com Vorcaro

Conteúdo das conversas não pode ser recuperado porque foi enviado em visualização única  |  STF/Reprodução

Publicado em 08/03/2026, às 12h27   STF/Reprodução   Rebeca Santos

No entendimento da Polícia Federal, mensagens trocadas entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro não apresentam qualquer indício de crime porque não é possível recuperar o conteúdo delas.

Os registros que a PF, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a defesa do banqueiro têm mostram que os dois se comunicaram, com datas e horários das conversas. Mas, como as mensagens foram enviadas no modo de visualização única (mode que some depois de ver), não é possível saber o conteúdo exato do que foi falado.

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Moraes  negou ter qualquer relação com o banqueiro, que contratou o escritório de advocacia da família do ministro para defender o Banco Master.

Os investigadores acham que o jornal O Globo fez uma suposição ao ligar anotações que Vorcaro fez em um bloco de notas (sem indicar para quem eram) com as mensagens enviadas ao ministro. Essa ligação veio da coincidência de horários entre as anotações e os registros de mensagens, como mostram as imagens publicadas pelo jornal.

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