Política

Romário nega participação em caso de corrupção

O ex-jogador de futebol e o vereador do Rio Marcos Braz (PL), são investigados pelo MPF e pela Polícia Federal  |  Pedro França / Agência Senado

Publicado em 28/05/2024, às 13h54   Pedro França / Agência Senado   Daniel Serrano

O senador Romário (PL-RJ) utilizou as suas redes sociais para negar a suposta participação em um esquema de corrupção em projetos de esportes da prefeitura do Rio de Janeiro.

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Segundo uma reportagem do portal UOL, o ex-jogador e o vereador do Rio Marcos Braz (PL), que também ocupa o cargo de vice-presidente de futebol do Flamengo, são alvos de uma investigação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF) por suspeitas de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Em seu perfil no X (antigo Twitter), Romário minimiza a delação do empresário Marcus Vinícius Azevedo da Silva, que classifica como acusações “completamente infundadas e sem provas”.

“Matéria publicada hoje (segunda) no UOL, baseada na delação de um corrupto, safado e ex-presidiário, Marcus Vinícius Azevedo da Silva, traz acusações completamente infundadas e sem provas contra mim. O STJ anulou a denúncia, destacando a falta de credibilidade do delator, que tenta, com suas mentiras, manipular os fatos para obter benefícios”, escreveu Romário.

“Aos babacas de plantão e àqueles que remam contra, torcendo pelo meu insucesso, digo que estou no momento mais feliz da minha vida. Nada me abala. Nada me afeta. Continuo dormindo tranquilo, como sempre dormi, nesses 14 anos de política”, concluiu.

A matéria publicada hoje no UOL, baseada na delação de um corrupto, safado e ex-presidiário, Marcus Vinícius Azevedo da Silva, traz acusações completamente infundadas e sem provas contra mim.

O STJ anulou a denúncia, destacando a falta de credibilidade do delator, que tenta, com…

— Romário (@RomarioOnze) May 27, 2024

Em sua delação premiada, Marcos Vinícius diz que Marcos Braz seria o responsável por receber os valores desviados no esquema para “favorecimento ilícito de Romário”. O caso teria ocorrido entre janeiro e março de 2016, quando o hoje vice-presidente de futebol do Flamengo era secretário municipal de Esportes do Rio, assumindo o cargo por indicação de Romário.

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