Política

Saiba quem é o funcionário da prefeitura que empurrou manifestante em porta de igreja

Professores em greve desde maio exigem pagamento do piso salarial, enquanto a Prefeitura tenta aprovar reajuste.  |  Reprodução

Publicado em 04/07/2025, às 10h16 - Atualizado às 10h16   Reprodução   Redação Bnews

A Igreja do Rosário dos Pretos, localizada no Pelourinho, em Salvador, foi palco de uma manifestação de servidores municipais da Educação durante as comemorações da Independência do Brasil na Bahia, o 2 de Julho, realizada na última quarta-feira (2).

Na ocasião, uma mulher identificada como Analia Santana, professora e religiosa, segurava um cartaz contra o prefeito Bruno Reis (União Brasil). Em determinado momento, ela foi empurrada por um apoiador do chefe do Executivo soteropolitano, cuja identidade ainda não foi revelada. Ele é apontado como integrante de um grupo de apoiadores da prefeitura responsável por iniciar a confusão durante o protesto, que até então transcorreu de forma pacífica.

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No entanto, outros dois membros do grupo já foram identificados. Um deles é Sandro Marim, que esteve presente na confusão registrada na Câmara Municipal de Salvador no dia da votação sobre os servidores municipais, entre eles os professores. Ele é apontado como cabo eleitoral do vereador Cláudio Tinoco (União Brasil), no bairro de Canabrava. Outro integrante identificado é Davidson Araújo, também apoiador de Tinoco em Canabrava.

O BNews procurou a Prefeitura de Salvador para obter detalhes sobre o caso, mas ainda não recebeu resposta. O espaço segue aberto para esclarecimentos.

Os professores da rede municipal de ensino estão em greve desde o dia 5 de maio, reivindicando o pagamento do piso salarial nacional da categoria.

No mesmo mês, a Prefeitura de Salvador encaminhou uma proposta de reajuste salarial para os servidores da cidade, incluindo os professores. Entretanto, a sessão para votação da proposta foi marcada por confusão entre vereadores e servidores. Apesar do tumulto, o reajuste foi aprovado. Mesmo com a decisão dos vereadores, os professores seguem em greve.

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