Política

Saiba quem são os suspeitos de mandar matar Marielle Franco

Além dos irmãos apontados como suspeitos, um delegado também foi preso  |  Montagem/BNews

Publicado em 24/03/2024, às 08h03 - Atualizado às 08h04   Montagem/BNews   Daniela Pereira

Os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão foram presos na manhã deste domingo (24) pela Polícia Federel, após serem apontados, em delação do ex-PM Ronnie Lessa, como mandante, do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018.

Chiquinho Brazão é deputado federal pelo União Brasil. Seu irmão, Domingos, é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Segundo informações do O Globo, Chiquinho Brazão foi eleito vereador do Rio pela primeira vez em 2004 sendo reeleito em 2008, 2012 e 2016, num total de quatro mandatos consecutivos no Legislativo Municipal. Nesta última passagem pelo Palácio Pedro Ernesto, o mandato de Chiquinho coincidiu com o de Marielle Franco, de 2017 (início da legislatura) até seu assassinato, em março de 2018.

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Além do suposto envolvimento na morte da vereadora, Domingos Brazão tem em seu currículo uma série de suspeitas de irregularidades, como receber o pagamento de propina, aumentar o patrimônio com movimentações em dinheiro vivo e trocar constantemente de telefone para despistar as investigações.

Antes assumir a cadeira no Conselho do TCE, Brazão teve uma passagem na política. Até 2015, quando ele assumiu o cargo no Tribunal, ele soma cinco mandatos como deputado. Em 217, ele foi alvo da operação Quinto do Ouro, da Polícia Federal (PF), que investigava o pagamento de propina a conselheiros da corte.

Também foi preso Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil fluminense. Graduado em direito, Rivaldo era coordenador da Divisão de Homicídios e foi convidado para o posto pelo então interventor federal general Walter Braga Netto. Durante seu discurso, Rivaldo enfatizou a necessidade de combater a corrupção.

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