Política
Publicado em 04/05/2023, às 14h02 Alan Santos / PR Cadastrado por Edvaldo Sales
Uma servidora que atua em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, disse em depoimento à Polícia Federal (PF), que foi coagida a fornecer a senha para inserção de dados de cartões de vacinação. As informações são do g1.
A servidora foi ouvida na investigação que tem entre os alvos Jair Bolsonaro (PL) e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a PF colha o depoimento dos profissionais de saúde que teriam vacinado o ex-presidente, com base em informações do Ministério da Saúde.
Na decisão, o ministro determinou que a PF faça oitivas com os profissionais Diego da Silva Pires e Silvana de Oliveira Pereira em até cinco dias. Diego teria aplicado uma dose da vacina Pfizer contra a Covid-19 no ex-presidente. A aplicação, segundo os dados, ocorreu em agosto de 2022, em Duque de Caxias (RJ).
Já Silvana foi cadastrada como a profissional responsável pela aplicação de uma segunda dose da vacina Pfizer, em 14 de outubro de 2022. A imunização do então presidente teria ocorrido também no Centro Municipal de Saúde de Duque de Caxias.
A profissional afirma que trabalhou na aplicação de imunizantes apenas em 2021, ano anterior aos registros relacionados a Bolsonaro. Além disso, ela também nega conhecer as pessoas apontadas como operadoras do sistema na prefeitura da cidade.
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