Política
Publicado em 22/09/2026, às 10h40 - Atualizado às 10h41 Rafaela Kalil / BNEWS Rafaela Kalil e Yuri Pastori
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) realizou, na manhã desta terça-feira (22), a cerimônia de Carga e Lacração das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas Eleições Gerais de 2026. O ato ocorreu no Centro de Apoio Técnico (CAT) do tribunal, no Porto Seco Pirajá, em Salvador.
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Na ocasião, o presidente do Corte, desembargador Maurício Kertzman, detalhou o procedimento de preparação das urnas eletrônicas. Ele enalteceu a importância da cobertura da imprensa no processo eleitoral.
"Primeiro quero agradecer a essa cobertura da imprensa no processo eleitoral, isso é muito importante para a conscientização do eleitor, para a divulgação e incentivo à maior participação popular no processo eleitoral e também da transparência das urnas eletrônicas", afirmou.
Segundo Kertzman, o procedimento de inserção dos dados dos candidatos e fechamento da urnas é acompanhado por todos os juízes eleitorais, pelo Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), todos os partidos políticos, federações, coligações.
"Esse procedimento de preparação onde os softwares são colocados, onde essas urnas são lacradas, onde há dupla, tripla conferência é mais uma fase do processo de transparência do uso da urna eletrônica e de todo o processo eleitoral", explicou.
O presidente da Corte Eleitoral destacou a importância da escolha dos candidatos pelos leitores. E explicou que devido a quantidade de postulantes, os eleitores podem levar os números escritos no momento da votação.
Na coletiva de imprensa, o procurador eleitoral Cláudio Gusmão disse que o acompanhamento das etapas por parte dos partidos é fundamental para evitar possíveis questionamentos posteriores.
"Enquanto o processo estiver sendo desenvolvido, eles podem vir e proceder a esse acompanhamento. Uma vez esgotada essa etapa, eles só vão poder participar dos atos subsequentes; aquilo já vai estar expirado", alertou.
Gusmão comentou sobre as pessoas que questionam a transparência do processo, mas não acompanham a fiscalização.
"Não é raro, não se comparece, não se prestigia esses eventos e depois vem se questionar ausência de transparência... O que eu digo é que não se participa da fiscalização e depois vem se questionar eventual ausência de transparência de algo que foi aberto e publicado oficialmente", concluiu.
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