Política
Publicado em 27/06/2026, às 18h58 Divulgação / Partido dos Trabalhadores Redação Bnews
O vereador de São Paulo, Senival Mouro (PT), preso numa operação por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), pediu o afastamento de sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT).
O pedido de afastamento foi divulgado pelo Diretório Municipal do PT em São Paulo. De acordo com o diretório, o vereador informou que deseja “se dedicar à sua defesa” e “não vincular os últimos acontecimentos ao partido”.
Senival foi preso na quinta-feira (25). Há a suspeita a participação do vereador no esquema de lavagem de dinheiro para o PCC tenha ocorrido por meio de empresa de transporte de ônibus municipal de São Paulo.
Senival está entre as três pessoas presas na Operação última Parada, realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil, resultado de uma investigação contra a Transunião, empresa que opera linhas de ônibus municipais na capital paulista.
Na sexta-feira (27), a Justiça decidiu manter a prisão temporária de Senival após audiência de custódia. De acordo com a polícia e promotores, o edil controlava, de forma efetiva, a empresa, mesmo não integrando formalmente a direção.
O vereador era “detentor do poder de condução da estrutura paralela de gestão financeira” da concessionária de transporte e operava como uma espécie de “instância superior de deliberação acerca da movimentação informal de recursos”.
Flávio Bolsonaro associa PT ao PCC após prisão de vereador: "Coisa boa não é"
Federação do PT e PL lideram autoria de denúncias no TSE