Saúde
Publicado em 08/08/2025, às 15h39 freepik Gabriel Santana
As pessoas que assistem vídeos de maneira acelerada podem estar desenvolvendo riscos significativos para o cérebro, pois a atitude geram impactos que afetam os comportamentos das pessoas na rotina.
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De acordo com informações veiculadas pelo Portal Metrópoles, o hábito de acelerar os vídeos das plataformas digitais em 1.5X ou 2X, com a intenção de consumir mais conteúdos em menos tempos, pode causar problemas que afetam a concentração, memória, sono e até a relação interpessoal.
O psiquiatra do Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Elton Asevedo, explica que os vídeos acelerados oferecem ao cérebro uma sucessão constante de estímulos recompensadores. Isso acaba interferindo de maneira direta na regulação da dopamina, o neurotransmissor ligado ao prazer e à motivação:
“Com o tempo, esse padrão pode criar uma tolerância digital: a pessoa precisa de estímulos cada vez mais rápidos e intensos para obter o mesmo prazer”.
O comportamento não é parecido com dependência química, mas é parecido em alguns fatores como: dificuldade de interromper o uso e desconforto na ausência de estímulo. Com isso, o cérebro se adapta a velocidade rápida e perde a capacidade de focar em atividades mais lentas e complexas. Afetando áreas cerebrais relacionadas ao autocontrole e à memória, como o córtex pré-frontal e o hipocampo.
Veja os principais riscos de assistir vídeos acelerados para o cérebro de uma pessoa:
Mesmo que assistir os vídeos de maneira acelerada seja uma realidade de várias pessoas, os especialistas relatam algumas dicas para proteger a saúde mental:
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