Feriado / 7 de setembro

7 de setembro: Cripta Imperial com restos mortais de Dom Pedro I reabre no Dia da Independência do Brasil

Os restos mortais dos três não foram retirados dos seus locais originais durante as obras - Divulgação/Prefeitura
O espaço também abriga os restos mortais da Imperatriz Leopoldina e de Dona Amélia  |   Bnews - Divulgação Os restos mortais dos três não foram retirados dos seus locais originais durante as obras - Divulgação/Prefeitura


A Cripta Imperial, localizada no Parque da Independência em São Paulo, será reaberta nesta segunda-feira (7), Dia da Independência do Brasil. O espaço guarda os restos mortais de D. Pedro I, da Imperatriz Leopoldina e de Dona Amélia, segunda esposa do Imperador.

O evento de abertura está previsto para às 14h30. Em seguida haverá apresentação do Ensemble FTM, grupo musical da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, às 15h, e visitação com guia até as 17h. As informações são da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa (SMC) e do Museu da Cidade de São Paulo.

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Na programação da reabertura consta a inauguração da exposição “Representações da Nação: O Monumento à Independência e a Cripta Imperial”, com curadoria de Marly Rodrigues. Ela aborda o contexto de criação do Monumento à Independência e da própria cripta, construídos para valorizar elementos da história nacional.

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O Monumento à Independência foi inaugurado em 1922, no centenário da Independência. No caso da Cripta Imperial, a inauguração foi em 7 de setembro de 1952. 

Na Casa do Grito há uma outra exposição, a “Da Independência ao Grito: história de uma casa de pau a pique”. Ela pretende evidenciar a relação da casa com o quadro “Independência ou Morte” e a técnica de construção chamada de pau a pique.

Visitação

A Cripta Imperial e a exposição poderão ser visitadas após a reabertura, da terça-feira a domingo, das 9h às 17h.

Ela está localizada na Praça do Monumento, no Parque da Independência, no Ipiranga, zona sul de São Paulo.

Revitalização

A cripta estava fechada desde 2022 para que obras de revitalização com investimento de R$ 5,3 milhões pudessem acontecer. Foram incluídos novos banheiros, recursos de acessibilidade arquitetônica, sistema de climatização e mudanças no espaço expositivo. Ele fica no subsolo do Monumento à Independência.

Além disso, foram realizados procedimentos de conservação do bronze junto aos sarcófagos, fechamento do teto com mármore amarelo e outros reparos na estrutura. O Monumento à Independência passou por limpeza e métodos de conservação, enquanto a Casa do Grito sofreu reformas, como recuperação de trincas, pintura e abertura de novos acessos externos. Ambos fazem parte do Museu da Cidade de São Paulo, conjunto de locais históricos construídos entre os séculos 17 e 20. 

Os restos mortais de D. Pedro I, D. Leopoldina e D. Amélia permaneceram em seus locais originais durante todo o período de obras.

Contexto

A imperatriz Leopoldina morreu e foi sepultada no Rio de Janeiro. Mas com a construção da cripta, os restos mortais foram transferidos para São Paulo.

O coração de Pedro I estava em Porto, Portugal, e o corpo no Panteão dos Braganças, em Lisboa. Em 1972, durante as comemorações dos 150 anos da Independência, os restos mortais foram levados ao Brasil. 

Dez anos depois, em 1982, os restos mortais de D. Amélia também foram transferidos para São Paulo. 

Classificação Indicativa: Livre

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