Artigo
Publicado em 12/05/2026, às 18h34 - Atualizado às 18h49 Marcelo Imbassahy
A escritora americana Rita Mae Brown, no romance Sudden Death, diz: “Insanity is doing the same thing, over and over again, but expecting different results.”
E essa é a atual situação de Rogério no Bahia.
O “sucesso” do esquema tático do Bahia, iniciado em 2024 com a chegada de ER10, Jean Lucas e Caio Alexandre, se esgotou, quer pelo declínio técnico destes jogadores, quer pela própria previsibilidade de como o time vem jogando. Todos os técnicos já sabem que Juba ataca pelo meio, que Caio arma o time, que a defesa fica vulnerável sem laterais marcadores, que a nossa dupla de zagueiros não sabe sair com a bola….
A insistência de RC é inexplicável.
Qual a dificuldade de fortalecer o meio-campo do time, colocando Acevedo na sua posição de origem… Qual a dificuldade em voltar com Roman ou Gilberto na lateral direita…. Qual a dificuldade em deixar ER mais livre no meio, jogando mais próximo da área adversária e de WJ… qual a dificuldade em jogar com apenas um ponta, no caso Pulga… Qual a dificuldade em reconhecer que é melhor ter um lateral defendendo e não um ponta (Kike ou Ademir) fingindo que defende e ataca… Qual a dificuldade em colocar Dell, Luiz Gustavo, Furquim ou David Martins, insistindo sempre com os mesmos Michel Araújo, Rodrigo Nestor, Sanabria, Everaldo….
Rogério precisa entender que, se ele não mudar, o resultado também não vai mudar. E essa mudança tem que vir rapidamente.
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