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Qual a dificuldade…

Catarina Brandão | EC Bahia
Rogério precisa entender que, se ele não mudar, o resultado também não vai mudar  |   Bnews - Divulgação Catarina Brandão | EC Bahia

Publicado em 12/05/2026, às 18h34 - Atualizado às 18h49   Marcelo Imbassahy



A escritora americana Rita Mae Brown, no romance Sudden Death, diz: “Insanity is doing the same thing, over and over again, but expecting different results.”

E essa é a atual situação de Rogério no Bahia.

O “sucesso” do esquema tático do Bahia, iniciado em 2024 com a chegada de ER10, Jean Lucas e Caio Alexandre, se esgotou, quer pelo declínio técnico destes jogadores, quer pela própria previsibilidade de como o time vem jogando. Todos os técnicos já sabem que Juba ataca pelo meio, que Caio arma o time, que a defesa fica vulnerável sem laterais marcadores, que a nossa dupla de zagueiros não sabe sair com a bola….

A insistência de RC é inexplicável. 

Qual a dificuldade de fortalecer o meio-campo do time, colocando Acevedo na sua posição de origem… Qual a dificuldade em voltar com Roman ou Gilberto na lateral direita…. Qual a dificuldade em deixar ER mais livre no meio, jogando mais próximo da área adversária e de WJ… qual a dificuldade em jogar com apenas um ponta, no caso Pulga… Qual a dificuldade em reconhecer que é melhor ter um lateral defendendo e não um ponta (Kike ou Ademir) fingindo que defende e ataca… Qual a dificuldade em colocar Dell, Luiz Gustavo, Furquim ou David Martins, insistindo sempre com os mesmos Michel Araújo, Rodrigo Nestor, Sanabria, Everaldo….

Rogério precisa entender que, se ele não mudar, o resultado também não vai mudar. E essa mudança tem que vir rapidamente.

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